A Camerata Callis
A Camerata Callis leva música erudita às escolas propondo para crianças e adolescentes um novo olhar sob essa arte. A orquestra é composta por doze jovens músicos sob a regência do maestro Hugo Ksenhuk.
Os concertos desmistificam a postura distante da linguagem clássica, pois são conduzidos pelo maestro de forma a envolver a platéia não só por meio do entretenimento, mas também pelo conhecimento do universo da música erudita.
Com um rico repertório aos poucos são reveladas curiosidades da vida e obra de compositores e ainda a diferença e peculiaridade dos instrumentos (desde a fabricação ao tipo de som que cada um produz); a característica dos timbres graves e agudos; a apresentação dos elementos da música: melodia, harmonia e ritmo, e o resultado do encontro entre eles; a função da partitura; e a importância do maestro na orquestra.
A experiência tem sido um grande sucesso junto a alunos e professores.
Como funciona o projeto:
A Camerata Callis recebe pelo quarto ano consecutivo o incentivo do Ministério da Cultura, via Lei Rouanet.
Os ensaios acontecem sempre às terças e quintas-feiras no Instituto Callis e são em média três concertos por mês em escolas públicas e particulares e/ou instituições carentes que atendem a públicos infantojuvenis.
Os músicos, bolsistas, compreendem a faixa etária de 12 a 18 anos e ingressam à Camerata por meio de audição. Como condição de permaneceram no projeto devem manter e aprimorar os estudos em música por meio de aulas particulares ou escolas especializadas.
A Camerata Callis é composta por 7 violinos, 2 violas, 2 violoncellos e 1 contrabaixo.
1 Comentário.



Achei o projeton muito bom, principalmente para os nossos alunos de Música. Como sou coordenadora da área de música, tendo lecionado por muitos anos, vejo o projeto mais uma forma de levar a boa a música erudita para a escola.
Parabéns por mais essa iniciativa.
Elisabeth Sennes